terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Significado de Quarta-feira de Cinzas


Quarta-feira de Cinzas representa o primeiro dia da Quaresma no calendário gregoriano, podendo também ser designada por Dia das Cinzas e é uma data celebrada por alguns elementos da comunidade cristã.
A data é um símbolo do dever da conversão e da mudança de vida, para recordar a passageira fragilidade da vida humana, sujeita à morte. Coincide com o dia seguinte à terça-feira de Carnaval e é o primeiro dos 40 dias (Quaresma) entre essa terça-feira e a sexta-feira (Santa) anterior ao domingo de Páscoa.
A origem deste nome é puramente religiosa. Neste dia, é celebrada a tradicional missa das cinzas. As cinzas utilizadas neste ritual provêm da queima dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. A estas cinzas mistura-se água benta. De acordo com a tradição, o celebrante desta cerimônia utiliza essas cinzas úmidas para sinalizar uma cruz na fronte de cada fiel, proferindo a frase “Lembra-te que és pó e que ao pó voltarás” ou a frase “Convertei-vos e crede no Evangelho”.
Na Quarta-feira de Cinzas (e na Sexta-feira Santa) a Igreja Católica aconselha os fiéis a fazerem jejum e a não comerem carne. Esta tradição já existe há muitos anos e tem como propósito fazer com que os fiéis tomem parte do sacrifício de Jesus. Assim como Jesus se sacrificou na cruz, aquele que crê também pode fazer um sacrifício, abstendo-se de uma coisa que gosta, neste caso, a carne.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

QUEM AMA RESTAURA

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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Santuário Bom Jesus recebe imagem de São Zygmunt Felinski

No dia 11 de janeiro na capital Curitiba, o Pároco Reitor do Santuário Diocesano Senhor Bom Jesus da Pedra Fria de Jaguariaíva (PR) Padre Maycon José da Silva recebeu da Superiora Geral da Congregação das Irmãs Franciscanas da Sagrada Família de Maria, Madre Fabíola Ruszczyk uma imagem de São Zygmunt Felinski, fundador da Congregação e canonizado pelo Papa Bento XVI em 2009.
O presente, segundo a superiora, destina-se em fazer memória do trabalho árduo e caridoso das congregação religiosa em todo município de Jaguariaíva e região, atividades estas que perduraram por mais de meio século tendo como início a fundação de um Educandário nos anos de 1930. Até hoje os jaguariaivenses sentem saudades das irmãs que atuaram com tanto esmero na localidade. Para tanto nomes como o de Alfonsa Szynda, Ludvina Vitória Szychta, Crispina Jubel, Andréia Maria Madalena Mikosz, Cida e Anair Ançanello são até hoje lembrados pela comunidade.
A imagem foi devidamente entronizada pelo Pároco Reitor no altar no Sagrado Coração no referido Santuário.
Dados Biográficos de Zygmunt Felinski

 Nascido de uma família nobre e cristã, a 1º de novembro de 1822, em Wojutym - Polônia, filho de Eva e Geraldo Felinski.
Educado em ambiente religioso, onde aprendeu desde a infância o verdadeiro amor a Deus, à Virgem Maria, ao próximo e à Pátria. Sua adolescência foi marcada pela dor e sofrimento. Perdeu seu pai aos onze anos e, aos dezesseis, sua mãe foi exilada para a sibéria. Estudou na Universidade de Moscou e em Paris, na sorbone, tornando-se professor de Matemática.
Lutou em defesa da Pátria, onde experimentou a dor da derrota e também sentiu profundamente a morte de seu grande amigo e companheiro de luta, o poeta Júlio Slowacki.
Após essas experiências dolorosas, refletiu sobre sua vida até aquele momento e decidiu entrar no Seminário e, em 1855, na cidade de Petersburgo - Rússia, foi ordenado sacerdote.
Em 1857, observando o sofrimento das crianças e idosos abandonados de Petersburgo, iniciou a fundação da Congregação das Irmãs da Sagrada Família.
Em 1862 foi nomeado Arcebispo de Varsóvia - Polônia, na qual desenvolveu suas atividades pastorais com coragem no serviço de Deus. Mas, por não compactuar com o governo russo e por defender os direitos do povo e da Igreja, foi preso e levado para o exílio na Sibéria - Rússia, onde permaneceu 20 anos exilado. Durante o período de exílio, viveu em profunda sintonia com Deus e exerceu suas atividades de pastor ajudando aos irmãos necessitados, sem esquecer da Congregação que fundara.
Quando regressou do exílio, fixou residência em Dzwiniaczka - Galícia, dedicando todo o seu tempo e suas forças à Igreja, à Congregação que fundara e à Nação. Zelou pela cultura do povo, organizou o ensino elementar nas Escolas e Orfanatos e dirigiu a catequese com o máximo de amor até os últimos dias de sua vida.
Faleceu na cidade de Cracóvia - Polônia, a 17 de setembro de 1895, aclamado por todos, como "Homem Santo".
No dia 22 de agosto de 2002, na cidade de Cracóvia - Polônia, pelas palavras do Papa João Paulo II, a Igreja reconheceu a santidade de Zygmunt Felinski, colocando-o entre os Bem Aventurados.
Foi Canonizado no dia 11 de outubro de 2009 por Sua Santidade o Papa Bento XVI.


 Fotos/Rafael Pomim


SANTUÁRIO DIOCESANO DO SENHOR BOM JESUS REALIZA A BENÇÃO DOS SINOS

MOMENTOS EMOCIONANTES DA CELEBRAÇÃO DIA 18 DE MARÇO 2018